terça-feira, 28 de junho de 2011

Of Mice & Men

Se é pra deixar a preguiça de lado, vamos deixa-la de lado de uma vez.
Bom, eu comentei hoje mesmo no meu twitter sobre uma banda chamada Of Mice & Men, a banda é simplesmente foda. A banda tem dois CDs, ambos são ótimos, mas falarei do último que a banda lançou, The Flood, vulgo The Foda.
Como no anterior, antes de falar do CD falarei da banda.
Of Mice & Men é uma banda de MetalCore Californiana. A banda foi formada em 2009 por Hall Jaxin e por Austin Carlile, sim o Austin Carlile ex-integrante da banda Attack Attack! 
Após um problema cardiaco em meados de 2010, Carlile teve que se afastar da banda. A banda iria fazer uma turne com Alesana, A Skylit Drive, We Came as Romans e The Word Alive, porém o Médico do Carlile não permitiu que ele fizesse a turnê.
Hall saiu em agosto do mesmo ano da banda para focar sua vida em sua marca de roupa, Love Before Glory.
No começo de 2011, Carlile voltara para a banda, e o vocalista o qual ocupou seu lugar o Jerry Roush, saiu da banda para o fundador da mesma retornar para ela.
No final do mesmo mês, a banda começou com as gravações do The Flood, em 14 de junho o CD foi lançado.
A banda conta com 5 rapazes, sendo eles:


Shayley Bourget (Baixo);(Vocal Limpo)
Austin Carlile (Vocal)
Valentino Arteaga (Bateria)
Alan Ashby (Guitarra)
Phil Manansala (Guitarra)





Bom, vamos começar com a Analise.




Só pelo riff da música e os vocais presentes logo no começo da música você já percebe que está diante de um Of Mice & Men bem mais agressivo. Os  vocais sujos do Austin logo no começo, a letra da música, para mim essa música é um " Tô chegando e agora é pra ficar. " Os vocais limpos do Shayley deixa a música simplesmente foda. A guitarras em um constante som agressivo e uma bateria bastante presente deixam a música ainda mais foda. 
Essa música é uma das melhores do CD, para mim não teria outra música melhor para começar o CD.




A segunda música não deixou nada a desejar, começa com um riff bem agressivo e uma bateria com pedal duplo para puxar o vocal sujo do Austin. Bateria com ritmo constante e a guitarra como na anterior sempre com um som bastante agressivo, porém agora a música trabalha mais com riffs. Demora bastante mas quando entra os vocais limpos do Shayley a música fica boa, deixando um pouco da agressividade de lado. Porém a bateria continuar ali, presente em um ritmo perfeitamente constante. Nessa música o grande destaque é a bateria para mim. Se você ouvir essa música e se pegar tocando uma bateria invisível não se surpreenda.Em outras palavras, Valentino mandou super bem nessa música.




Deixando a agressividade um pouco de lado, no lugar de a música ser puxada pelos berros do Austin, a música é puxada pelos vocais limpos de Shayley. Novamente destaque para Valentino, que arrebentou na bateria. Soube fazer o encaixe e a virada perfeita para ir do vocal limpo para o vocal sujo e vice e versa. Na entrada do Austin a guitarra começa a dar mais peso na música. Mas logo na volta dos vocais limpo ela continua a dar peso a música, porém de uma forma mais moderada. Na volta do Austin para música, eu gostei da guitarra, veio pesada, chamando os vocais sujo do Austin. Em outras palavras, essa música é muito boa.




Still YDG'N, carrega em parte o nome da primeira música do primeiro CD da banda, Self Title, a primeira música deste CD se chama YDG.
A música começa como a maioria, riffs pesados, puxando os vocais imundos do Austin, Valentino destruindo na bateria, chamando o ritmo e marcando muito bem o tempo da música como um verdadeiro baterista tem que fazer.
Guitarra sempre agressiva chamando os vocais e fazendo seu próprio ritmo. O que eu sinto carência nessa banda é do baixo, não consigo ouvi-lo na grande parte do tempo. Mas isso é por que sou baixista e sou chato com isso.




Diferente de todas as outras, essa é uma música iniciada com um harmônico muito bonito e a voz suave do Shayley. Logo quando Shayley começa a cantar apenas a guitarra o acompanha, diferente de tudo até agora, deixou completamente a agressividade. Mas Of Mice & Men não quis deixar essa música sem peso. Um pouco após o um minuto o Shayley aumenta o tom de sua voz e a guitarra começa a ter peso e a bateria entra, os berros do Austin servem como um backin vocal perfeito.




Música que carrega parte de um nome de uma banda como Alexisonfire não podia ter menos peso. A música é puxada por um berro do Austin e então a guitarra entra com todo peso junto a bateria. Austin então após um tempinho volta a berrar e a guitarra acompanha sua voz e a bateria sempre ali presente. Na entrada breve do Shayley a bateria toma o lugar de principal dos instrumentos mas logo a guitarra toma seu lugar com a volta do Austin. A música prossegue assim até o final.




Essa é a música mais bem falada do CD, e é a minha predileta.
A música começa com a guitarra e a bateria porém sem tanto peso como veio mostrando até aqui. Mas logo com a entrada dos vocais limpos as duas formam uma harmonia muito boa seguindo a voz do Shayley. A bateria e a guitarra continuam igual até na hora em que os vocais sujos do Austin entra, mas com a volta do Shaley a música diminui o peso e volta no logo após. Dai por diante a música só melhora. Essa música não tem o peso das outras, porém o vocal bastante presente do Shaley deixa a música bem mais interessante.




Um riff um tanto que agudo chama a música e logo entra a bateria com a guitarra grave chamando o vocal do Austin. A música prossegue com bastante peso até os dois minutos e meio, quando Shaley entra e como sempre arrebenta no vocal. Mas o grande destaque dessa música mesmo foi o Austin, que mandou muito bem nos vocais sujos.




                                           


Uma guitarra suave junto com a voz suave de Shayley começa a música. Logo após a guitarra e a bateria entram junto com os vocais sujos do Austin e após um tempo uma sincronia muito boa entre os vocais do Shayley e do Austin começa. Após um tempo os dois voltam a cantar separado, mas a música não perde o peso por isso. Poucas vezes que o principal nos vocais é o Shayley, o Austin faz uns Backin muito bons na música que não faz decair o peso da música. Mas logo começa uma parte meio sem peso aonde só o Shayley canta sozinho, mas logo o Austin chama o restante da banda para algo com mais peso e assim acaba a música.






Bateria e guitarra com peso começam para assim chamar os vocais sujos do nosso querido Austin. A música se mantem com bastante peso até a entrada do Shayley, porém não perde tanto peso, o único peso que perde é a falta dos vocais sujos. Que logo voltando a marcar a música com bastante peso. A música se mantem assim até o final. Instrumentais com bastante peso, vocal sujo também e ótimo vocal limpo.






I'm a Monster é bem similar a The Great Hendowski, a música é curta e não conta com a participação dos vocais limpos do Shayley.




Essa com certeza foi a música que mais supreendeu, violão, vocais limpos, essa música é linda, deixou todo o peso de lado e fez uma música com violões harmônicos bem bonitos, a voz linda do Shayley e uma percusão de fundo muito boa também. Ouvindo as primeiras onze faixas do CD você nunca imaginaria que teria uma música assim no CD.

In Fear and Faith

Não poderia criar um blog sem começar falando dessa banda. Ouço ela não a muito tempo, foi logo após eles lançarem o CD imperial, o qual achava muito bom, porém não me atraiu tanto assim.
Meu computador formatou a um tempo atrás e novamente agora, mas isso não vem ao caso, quando estava procurando por bandas encontrei In Fear and Faith e eles tinham lançado um EP, não, eles não lançaram um EP, eles lançaram O EP, Symphonies, o EP é perfeito na minha opinião, você pode ouvir ele umas vinte vezes seguidas que não enjoa. O EP realmente é ótimo.
Antes de comentar sobre o Ep, falarei um pouco da banda
In Fear and Faith é uma banda de Metalcore formada em San Diego, Califórnia.
A banda não é muito conhecida, porém fez várias tourns por vários anos com bandas como Gwen Stacy, Our Last Night, Vanna, Emarosa, The Human Abstract, Life In Your Way, Burden of a Day, Lower Definition, Confide, Versa Emerge, Here I Come Falling, I See Stars, Our Last Night e Burden of a Day.
A banda tem cinco anos, ou seja, foi criada em 2006, mas apenas lançou seu primeiro EP em 2007, o qual carregava o próprio nome da banda como o nome do EP.




Agora falarei sobre o EP, Symphonies






A primeira faixa do CD é uma intro estranha na minha opnião, porém logo quando entra o piano da segunda música, a Bones, você já sente que está diante de algo diferente de tudo que já viu até agora do In Fear And Faith, está de cara com a banda mais madura.






Bones na minha opinião foi uma música que deixou claro isso, eles são músicos, e não simplesmente uns porralhões que fazem músicas berradas e já era. Bones é uma música que já havia no CD imperial deles.






The High Life, prosseguiu com a mesma ideia, porém agora eles procuraram o equilíbrio completo do vocal berrado do Duke com o restante da música, Scott sempre presente na música e demonstrando que tem uma voz muito boa. A música também é uma regravação do CD Imperial deles.






The Taste of Regret, o piano da intro é lindo, da até arrepios, logo quando entra o resto dos instrumentais e voz do Scott decai um pouco no meu conceito, porém não é ruim, só que a intro é boa demais pro restante. Logo quando entra o vocais sujos do querido Duke, a música começa a ficar melhor, e logo então Scott volta e a música continua boa, e só melhora. O piano sempre presente faz a música ficar linda mesmo. Duke fazendo o vocal imundo por trás da voz suave do Scott, ficou muito boa mesmo. A música é uma regravação do EP Voyage deles.






The Solitary Life, a intro é muito boa, mas logo na entrada dos vocais decai um pouco. Porém a partir dos 2 minutos de música fica uma coisa realmente diferente, gosto muito dos 2 minutos da música em diante.






The Road To Hell Is Paved With Good Intentions, é a música que mais deixou a desejar no CD. Não que eu não gostei dela, é que comparada ao restante das músicas deixou realmente a desejar. A música é uma regravação do CD Imperial.






Silence is Screaming, eles haviam gravado essa música no EP deles, Voyage de 2007, já era fantastica, agora então, não tem palavras. O piano é lindo, o vocal da música é perfeito. Essa música é aquela que emociona a todos mesmo. Faltou um pouco de vocal sujo, na minha opnião, mas mesmo sem o vocal sujo ficou linda demais.